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SIDROLÂNDIA- MS

Mulher de 'Frescura' pede liberdade para cuidar dos filhos com menos de 12 anos

A defesa, representada pelo advogado Arlei de Freitas, baseia o pedido no fato de Juliana ser mãe de duas crianças menores de 12 anos.

Redação/Região News

27 de Fevereiro de 2026 - 07:00

Mulher de 'Frescura' pede liberdade para cuidar dos filhos com menos de 12 anos
Juliana Paula, esposa do ‘Frescura’. Foto: Rodrigo Santos, Jornal Midiamax

Presa pelo Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção) durante a Operação Camuflagem, deflagrada nesta quinta-feira (26) em Sidrolândia, Juliana Paula da Silva já acionou a Justiça com um pedido de liberdade provisória. Encaminhada ao Presídio Feminino Irmã Irma Jorge, na Capital, ela tenta substituir a custódia preventiva pela prisão domiciliar.

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A defesa, representada pelo advogado Arlei de Freitas, baseia o pedido no fato de Juliana ser mãe de duas crianças menores de 12 anos, uma delas com necessidade de cuidados especiais. Esposa de Ueverton da Silva Macedo, o “Frescura”, que também foi alvo de mandado de prisão, ela se dispõe a cumprir a medida com ou sem o uso de tornozeleira eletrônica. A petição ainda aguarda análise do magistrado.

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Além do casal, a ofensiva de hoje prendeu Evertom Luiz de Souza Luscero, Gedielson Cabral Nobre e Flaviana Barbosa de Sousa. Até o momento, não houve protocolo de pedido de soltura para os demais detidos.

A Operação Camuflagem é um desdobramento da Operação Tromper, que teve quatro fases entre 2023 e 2025. Conforme o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), o aprofundamento das investigações revelou um esquema de lavagem de dinheiro, focado na ocultação e dissimulação de bens e valores.

O nome da ação remete à estratégia do grupo para esconder a origem e a titularidade do dinheiro ilícito por meio de uma rede de apoio.

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“Conforme apurado, a estrutura investigada envolvia o uso de contas bancárias de terceiros, empresas formalmente registradas em nome de comparsas e a interposição de pessoas para a realização de pagamentos e movimentações financeiras em benefício do investigado e de sua família, inclusive durante período de segregação cautelar”, destacou o Ministério Público em nota oficial.