SIDROLÂNDIA- MS
Prefeito se manifesta após polêmica envolvendo superintendente e criança autista
Rodrigo Basso diz que cobrou respeito absoluto, pede desculpas às famílias e afirma que caso será apurado com responsabilidade.
Redação/Região News
02 de Março de 2026 - 20:43

O prefeito de Sidrolândia, Rodrigo Borges Basso (PL), divulgou nota oficial no início da noite de hoje após a repercussão envolvendo uma declaração atribuída ao superintendente municipal de transporte escolar, Luiz Cezar Assmann, que chamou uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) de “criatura”. O caso gerou forte indignação, especialmente entre familiares de crianças atípicas e representantes do Legislativo.
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Na nota, o prefeito afirma ter recebido a informação “com tristeza” e ressalta que, desde a campanha, sua gestão assumiu compromisso com as famílias atípicas. Ele cita a criação do CERTEA como uma das ações voltadas à ampliação do atendimento, acolhimento e apoio às crianças com TEA no município, reforçando que a administração não compactua com atitudes que desrespeitem crianças e seus familiares.
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Rodrigo Basso também declarou que conversou pessoalmente com o superintendente de transporte e que, de forma incisiva, cobrou “respeito absoluto, sensibilidade e apoio” às crianças e às famílias atendidas pelo serviço público. Segundo ele, os fatos estão sendo analisados com cautela e responsabilidade, e eventuais providências poderão ser adotadas após a devida apuração.
No trecho final da nota, o prefeito pede desculpas aos familiares que se sentiram atingidos e afirma compreender a dor não apenas da vereadora Elaine Souza, envolvida na denúncia, mas de todos os pais e mães que lutam diariamente por respeito, inclusão e dignidade para seus filhos. Ele reafirma o compromisso de construir mais políticas inclusivas, humana e respeitosa.
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A manifestação do chefe do Executivo ocorre em meio à repercussão política do episódio, que reacendeu o debate sobre o atendimento às crianças com necessidades especiais no transporte escolar e sobre a conduta de agentes públicos no trato com famílias atípicas.




