SIDROLÂNDIA- MS
Rodrigo sai em defesa de Di Cezar e diz que superintendente não chamou autista de “criatura” por maldade
A expressão provocou indignação dos pais, além de forte repercussão nas redes sociais que obrigou a gestão municipal publicar um pedido público de desculpas às crianças e mães atípicas.
Redação/Região News
04 de Março de 2026 - 11:00

O prefeito Rodrigo Basso (PL), além de enaltecer o trabalho do superintendente do Transporte Escolar, em entrevista à emissora de rádio, Jota FM, na manhã de hoje, procurou minimizar o caráter ofensivo e pejorativo da fala de Di Cezar, que chamou de "criatura" uma criança autista. A expressão provocou indignação dos pais, além de forte repercussão nas redes sociais que obrigou a gestão municipal publicar um pedido público de desculpas às crianças e mães atípicas.
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"O Di Cezar é um homem de Deus. Vive com a bíblia na mão e vai direto na Igreja. Foi uma fala infeliz, mas ele não falou por maldade. O preconceito está na cabeça de quem ouve, não de quem fala.
Usaram a fala fora do contexto não para defender os interesses da criança, mas conturbar. Não foi uma afirmação pejorativa. Quem já leu a bíblia sabe o significado da palavra criatura. Ele já pediu desculpa", argumentou o prefeito.
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Rodrigo reconheceu que são procedentes as queixas dos pais reclamando da redução da frota com fusão de linhas, forçando os alunos a sair mais cedo de casa e voltar mais tarde porque o trajeto dos ônibus. A prefeitura comprou no mês de dezembro 20 ônibus, havia o compromisso da empresa vencedora de entregar mês passado, não cumpriram o prazo e agora prometeram entregar em abril. Ele espera resolver a situação com a locação de ônibus para reforçar a frota.
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Em relação à contratação de monitores, outra cobrança dos pais, o prefeito diz que só haverá monitores em linhas que atendam alunos com necessidades especiais “Como é contratação com características específicas (por uma questão de logística, o funcionário tem de morar perto do ponto inicial do itinerário porque saem por volta das 5 horas), não abrimos vagas para a função de monitor no processo seletivo”, explicou




