SIDROLÂNDIA- MS
Famasul repudia ataque à Fazenda São Sebastião e cobra responsabilização dos envolvidos
A entidade também afirma que houve roubo de maquinários, insumos agrícolas, cavalos e gado, além da derrubada de árvores para formação de barricadas que dificultariam o acesso das forças de segurança ao local.
Redação/Região News
14 de Junho de 2026 - 19:54

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) divulgou neste domingo uma nota oficial repudiando os atos registrados na Fazenda São Sebastião, localizada em Sidrolândia. Segundo a entidade, a propriedade rural foi invadida e depredada por um grupo de indígenas, resultando em prejuízos materiais considerados de grande proporção.
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De acordo com a Famasul, os invasores teriam incendiado a sede e outras estruturas da fazenda, além de provocar danos ao patrimônio rural. A entidade também afirma que houve roubo de maquinários, insumos agrícolas, cavalos e gado, além da derrubada de árvores para formação de barricadas que dificultariam o acesso das forças de segurança ao local.
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A federação destacou que a área é alvo de um processo judicial relacionado à demarcação de terras, ainda em tramitação. Apesar disso, a entidade defendeu que o direito à propriedade privada, garantido pela Constituição Federal, deve ser respeitado.
Na nota, a Famasul cobra atuação firme das autoridades para investigar os fatos, identificar os responsáveis e promover a responsabilização criminal dos envolvidos. A entidade também manifestou preocupação com os prejuízos financeiros e psicológicos enfrentados pelos produtores rurais em conflitos fundiários.
A Famasul continuará atuando de forma incansável pela paz no campo, pelo respeito ao Estado de Direito e pela segurança jurídica que garantem a produção, o desenvolvimento e a harmonia social em Mato Grosso do Sul”, conclui o comunicado.
As circunstâncias dos fatos seguem sob investigação das autoridades competentes.
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Observação: Como se trata de uma nota institucional, as acusações e informações sobre autoria dos atos devem ser atribuídas à Famasul até a conclusão das investigações policiais.




